sábado, 23 de fevereiro de 2008
Coisas que a gente aprende em viagens - III
Passear pelas ruas dos Estados Unidos é como estar no cenário de um filme. A arquitetura não parece real, tudo é como um cenário. Inclusive a comida... risos
Coisas que a gente aprende em viagens - II
Uma das coisas que penso quando viajo à Europa é que os arquitetos e engenheiros dos séculos passados eram absolutamente loucos. Cara, quando você entra nas igrejas européias e olha para o teto, parece que ele nunca chega e, quando chega, é cheio de detalhes, pinturas, acabamentos rebuscados. Como era possível criar coisas tão magníficas sem qualquer tipo de recurso tecnológico?
Coisas que a gente aprende em viagens - I
Quando a gente emenda uma viagem na outra e não tem tempo de fazer a unha, sente um grande alívio ao ver um salão de beleza em um aeroporto. Ok, você sabe que vai pagar mais caro pra fazer pé e mão, mas peraê. No salão "spa" do aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, manicure e pedicure, juntos, custam R$ 100!!! Isso dá pra fazer pé e mão quatro vezes no salão que freqüento - e olha que ele não é dos mais baratos, pois fica nos Jardins. Pelamor!
sábado, 9 de fevereiro de 2008
Na casa dos 30
Cheguei lá. Ou melhor, eles chegaram. Completei os super falados 30 anos há um dia. E só tenho motivos para celebrar. Tenho amigos queridos, uma família que amo, exerço a profissao que escolhi e com três décadas de vida já tive a chance de conhecer pessoas e lugares pra lá de especiais. E, além disso, tenho grande orgulho de ter consumido bons vinhos e excelentes doses de cerveja (porque a vida é curta demais pra se beber cerveja barata, né?).
Este post é uma saudaçao à vida e a todos os que amo e que fazem a minha vida ter sentido. Que venham pelo menos mais 30!
Este post é uma saudaçao à vida e a todos os que amo e que fazem a minha vida ter sentido. Que venham pelo menos mais 30!
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
Ponto de cruz
Quando eu ainda era criança, minha mãe me ensinou a fazer ponto-de-cruz - ela é uma exímia bordadeira. Durante muito tempo, bordei, bordei, bordei. Depois, abandonei, sei lá o porquê.
Agora, decidi voltar a bordar. Precisava achar uma forma de aliviar o estresse e a pressão do dia-a-dia. E tem sido ótimo. Quando a gente faz ponto de cruz, o maior problema de nossas vidas naquele momento é quando a gente erra um ponto e tem que desfazer todo o bordado.
Olha só como a maturidade faz a gente enxergar as coisas de forma diferente. Quando eu era uma menina, ficava irritada justamente porque tinha que desmanchar o bordado inteiro quando errava um ponto. Agora, não é que eu goste de desmanchar o bordado, mas é bom perceber que dá pra corrigir e que meu maior problema daquele momento é esse.
Agora, decidi voltar a bordar. Precisava achar uma forma de aliviar o estresse e a pressão do dia-a-dia. E tem sido ótimo. Quando a gente faz ponto de cruz, o maior problema de nossas vidas naquele momento é quando a gente erra um ponto e tem que desfazer todo o bordado.
Olha só como a maturidade faz a gente enxergar as coisas de forma diferente. Quando eu era uma menina, ficava irritada justamente porque tinha que desmanchar o bordado inteiro quando errava um ponto. Agora, não é que eu goste de desmanchar o bordado, mas é bom perceber que dá pra corrigir e que meu maior problema daquele momento é esse.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
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