quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Eu queria que o Loiro José fosse real

Sim, é isso mesmo. Eu queria que o Loiro José fosse real. Se ele existisse, com certeza eu seria amiga dele. O bicho é bom de piada num grau!

Cheguei à conclusão de que o Loiro José representa pra mim o que o Mickey deve ser para muitas crianças. Só que o Loiro José é MUITO melhor que o Mickey. A começar porque ele é um papagaio e o Mickey é um rato. E, principalmente, porque o Mickey é mala, já o Loiro José é irônico, divertido e mal humorado na medida certa.

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Los ojos

Sus ojos, Matilda. Sus ojos. Neruda escreveu um poema em homenagem à sua amada em que falava sobre os olhos de Matilda. Até fiz uma foto desse trecho do poema (que está gravado em um conjunto de pedras afixadas em frente à casa em que os dois viveram em Santiago) porque o texto realmente me tocou.

E agora estou de novo num momento de reflexão sobre os olhos. Tudo por causa de músicas que ouvi esses dias e que falam sobre os olhos e também por conta das belíssimas fotos que meu querido Nelson Vasconcelos postou em seu blog há um tempinho. Das músicas, a mais tocante, sem dúvida, é a que diz: "esse seu olhar, quando encontra o meu, fala de umas coisas que eu não posso acreditar". Das fotos, difícil dizer. Todas são lindas!

Quando você olha nos olhos do outro consegue enxergar um pedacinho da alma. Uma amiga querida dia desses me falou que queria paralizar suas expressões pra que as pessoas só possam saber o que ela está pensando quando ela quiser. Os olhos denunciam, falam, mesmo quando você está mudo.

E isso funciona pra muitas coisas boas, como aquele flerte em que um dos dois baixa os olhos envergonhado. Acho que nem preciso dar mais exemplos. Esse basta.

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Felicidade

Que a felicidade é como uma pluma - leve e frágil - todo mundo sabe. Por isso sempre vale a pena registrar quando a gente está feliz, simplesmente feliz, por tudo e por nada. Com todos os motivos do mundo e sem motivo algum.

Feliz por comer um cheeseburguer com MUITA maionese. Feliz por tomar cerveja aproveitando aquele sol gostoso e aquela brisa que espanta o calor. Feliz com o novo microondas, feliz com um elogio, com um afago, com uma doce palavra. Feliz!

domingo, 12 de agosto de 2007

Tem coisas que só o tempo traz

Tem coisas que só o tempo traz. Uma delas é entender que não há nada melhor do que passar uma tarde inteira com as pernas em cima do colo da sua mãe, só falando bobagens.

A gente aprende isso quando cresce e vira gente grande, independente. Aí é que a gente se dá conta de que esses momentos é que entram de verdade na nossa lembrança.

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

The best of

Dia desses eu e uns amigos ficamos pensando no "the best of" das nossas vidas. Se você tivesse que escolher, quais seriam os cinco melhores da sua vida? É difícil eleger os top five, você fica um tempão pensando, pensando, pensando e se lembra de momentos que você já tinha deixado arquivados na memória.

Quando finalmente escolhe os vencedores, percebe que os melhores momentos são alguns que você sequer tinha se dado conta que eram tão incríveis quando passou por eles. Quer ver ? (Ah! embora eu tenha colocado em ordem, todos são importantes, ignore o ranking).

1- O melhor abraço que já recebi na minha vida. Foi no aeroporto de Hamburgo, de uma das pessoas mais importantes da minha vida.

2- A virada de ano este ano. Não fiz nada demais, mas passei o ano novo com pessoas que simplesmente me amam e não precisam de nada em troca. Meus pais, meus tios, meus primos. Foi sensacional começar um novo ano com eles.

3- A lembrança de Berlim e de Londres. A imagem do parlamento inglês nunca vai sair da minha cabeça e o cheiro de Berlim me acompanha.

4- O dia em que comi fondue com duas amigas incríveis em Bariloche. A companhia era sensacional, a comida incrível e o riso corria solto. O dia em que vi a neve também está emparelhado. Quase chorei.

5- Uma manhã de segunda-feira à beira de um lago em Puerto Varas, no Chile. A visão dos vulcões, a cor do lago e a leveza do momento e viver tudo isso em plena segunda-feira não tem preço :-.)

segunda-feira, 9 de julho de 2007

Quatro casamentos e nenhum funeral - que bom!

A gente percebe que o tempo está passando quando conta nos dedos os amigos que ainda não se casaram. A cada dia tenho menos amigos solteiros, só este ano, lá se vai uma leva de mais quatro ou cinco casais.

É, o tempo passa e você vê os seus amigos, sim, aqueles que tocavam violão com você madrugadas a dentro, fazendo tudo o que você julgava ser coisa de gente com mais de 30 anos. E aí você se dá conta que está quase lá! Os 30 estão aí batendo à porta e você se lembra de como parecia que 30 anos era muita coisa.

Eu pensava que quando chegasse aos 30 teria dado cinco voltas ao mundo, ganharia muito bem, teria me casado e já estaria no segundo filho. Pêêên.. Todas as opções estavam erradas. E como! Tudo bem, ter 30 é um marco, porque definitivamente você deixa de ser apontada na rua como "a jovem" e passa a integrar o time das mulheres. Mas com quase 30 me sinto ainda tão no início, com um monte de possibilidades, dúvidas e incertezas pela frente.

sábado, 9 de junho de 2007

As conclusões que uma afta traz

Afta, torcilo e insônia são melhores que guardar rancor. E tenho dito.